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By Ferramentas Blog

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Sobre o circo do carnaval de São Paulo.




Considero deplorável esse circo armado em torno da prisão de, Tiago Ciro Tadeu Faria, o cara esse que rasgou as notas do carnaval de SP. Agora estão noticiando toda a vida criminosa dele para dizer que ele deve ser odiado por ser mau elemento e que já tinha passagens pela polícia por roubo, porte de arma, receptação, e formação de quadrilha. Mas esquecem de mencionar que apesar de tudo isso que ele fez ele estava SOLTO PELAS RUAS e o máximo que já tinha acontecido a ele era ter sido preso mas depois solto após pagamento de multa,mas agora que ele fez merda no CARNAVAL ae a porra ficou séria!ESTÁ PRESO SEU MONSTRO SALAFRAFRIO E SEM DIREITO A FIANÇA!
É esse o país "sério" que queremos?

sábado, 24 de dezembro de 2011

25 de dezembro - Dia que mudou nossas vidas.

Amanhã dia 25 dezembro,comemoramos o dia do nascimento de um grande homem.Seus ensinamentos com certeza mudaram o rumo da humanidade,pois seu pensamento estava muito a frente de seu tempo.
Por isso com muito orgulho eu digo,feliz aniversário,Isaac Newton!


Lembrando ainda que o fabuloso ator Humphrey Bogart também nasceu em um dia 25 de dezembro.
Mais alguém importante que eu tenha esquecido?acho que não né.
P.S. Me refiro a pessoas que sabidamente tenham nascido nessa data,e não apenas hipoteticamente.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

O touro vermelho.

Giuseppe Tertoni,19 anos,estatura mediana,porte físico robusto,andava consternado pelas ruas de palermo,Sicília.Bebia inquietamente uma pequena garrafa com conhaque,guardada no bolso interno de seu sobretudo,o que lhe dava um ar mais inglês ou francês,do que propiamente italiano,sobretudo um da rígida e conservadora Sicília,o que não muito lhe preocupava,pois era palermitano e bem resolvido com seu amor à ilha.O que realmente lhe preocupava naquele momento era o resultado da consultoria sobre um roteiro que lhe obrigaram a escrever em conjunto com outros autores,ordens do studio que o contratara.
Desde cedo Tertoni já escrevia suas estorias e contos,e lançou seu primeiro livro de contos independente aos 15 anos.Aos 17 ganhou certa fama por denunciar o esquema fraudulento de distribuição de leite nas escolas de ensino médio de Palermo,onde o leite distribuído sofria adição de produtos inadequados,e água,para baratear sua produçao,e aumentar a quantidade.Conseguiu descobrir pois tinha acesso a escalões mais altos do ensino por ser membro do gremio estudantil de sua escola,onde escrevia um folhetim-manifesto quinzenal,gratuíto aos alunos.O que durou alguns meses até a presidenta do gremio,Maria Gellardi,o cancelar por o considerar caro e ineficaz.Seu cancelamento aumentou a popularidade de Tertoni,pois os alunos repudiaram a atitude da presidenta,que percebeu ter superestimado o poder de alcance da publicação,e acabou voltando atrás na sua decisão.Porém,Tertoni não fazia mais nada na agremiação além de escreve-lo,não participava ativamente das ações,pois seu convívio com os colegas era turbulento,pois ele considerava-se incompreendido e demasiadamente evoluído perante os demais.O intelecto dele era privilegiado,e suas publicações,de bom sucesso na escola,lhe trouxeram grande estima entre os alunos,o que contribuiu com sua relativa arrogância.
Depois de descobrir a "fraude do leite" Tertoni escreveu aos jornais.Além de descrever detalhadamente como a fraude acontecia,ele escreveu um texto em protesto contra o sistema de ensino na Sicília,e sobre como acreditava que o povo siciliano devia se portar diante deste e dos demais escandalos que aconteciam na ilha.Contudo, Tertoni pensou horas em como deveria ser seu texto,e conseguiu nem ser agressivo,nem complacente com o povo local,e isso aliado a sua bela escrita transformaram seu texto num grande sucesso,pois os jornais quase todos o publicaram na íntegra.
Meses depois,ele lançou um livro,um romance entre dois sicilianos apaixonados e que depois de tanto sofrerem na vida,passam a lutar por melhores condições.Os textos apaixonados e belos,e o caráter "educativo" ao povo siciliano que a estória continha,aliados principalmente com a fama recente de Tertoni(que soube aproveitar esse momento)fizeram do livro um grande sucesso.A idade jovial do rapaz deu uma grande idéia ao reitor da universidade de Arte&comunicaçao de Palermo,Mário Latente;dar-lhe uma bolsa no curso de letras,e chamar a atenção dos jornais pelo poder de "sensibilidade"do seu reitor.
Agora Tertoni entrava desanimado e consternado no studio que o contratara para ouvir o veredito do consultor que iria analisar o texto dele e dos colegas.Porém já sabia que o texto não era bom,e tinha apenas uma certeza acima dessa naquele momento;iria entrar em rota de colisão atrito com os colegas,ou com os executivos do studio.Talvez com ambos

OS FATOS AQUI NARRADOS NÃO DESCREVEM FIELMENTE A VIDA E OS COSTUMES DA SICÍLIA,AS INSTITUIÇÕES,E OS PERSONAGENS SÃO COMPLETAMENTE FICTÍCIOS.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Super aviso!!

Pessoal,é o seguinte,mudei meus planos...andei vendo aqui meus posts antigos sobre nosso grande amigo,o autor desconhecido de Palermo,e notei que são muitos posts para eu ficar relançando,portanto,não irei re-lançalos,mas peço encarecidamente que cada um de vocês releia(ou leia pela primeira vez)para que entendam a estória desde o começo,pois se eu for ficar postando tudo de novo aqui,eu irei chatea-los caros amigos e leitores.
PARA ISSO BASTA CLICKAR NA OPÇÃO DA GUIA A SUA DIREITA,CHAMADA MARCADORES,O AUTOR DESCONHECIDO(esta foi modificada para,O touro vermelho).
Portanto preparem-se!no proximo post a estória começa!

terça-feira, 2 de agosto de 2011

O autor desconhecido.(remake)

Ele era um postulante a autor,de cinema,livros,ou o que for que fosse,não interessa,ele gostava de criar estórias.
E estava sentado à mesa,debatendo com seus colegas o roteiro de um novo curta-metragem.Ele inegavelmente,já tinha feito muito por aquela estória,esmerado-se para que todos os problemas da trama fossem sumindo.Mas aquela discussão desanimava-o.Nela,percebia pessoas que ao não construír insistiam em atrasar o progresso a fim de se sentir úteis.Posso questionar esse roteiro,afinal somos colegas não é?essa pergunta o irritava,pois ele sentia que esse tipo de questionamento,levava a um caminho em que seu trabalho era destruído,e os seus colegas,poderíam se sentir úteis,como se fossem supervisores,intelectuais que pudessem dar um carimbo final a estória.
Em dado momento,a discussão se acirrou,ele sabia que alguns colegas tinham trabalhado tão árduamente quanto ele,e esses lutavam pela integridade do produto,mas ele entregou-se,já não via mais sentido naquilo tudo.Já tinha se convencido que seu trabalho iria inevitavelmente ser invadido e desvirtuado,portanto decidiu que fosse filmado como fosse,os senhores da terra de decidissem.
A partir daquele momento,ele,que era um dos mais ativos da discussão,se calou.A voz dele não era mais ouvida por ninguém,nem quando questionado.
Essa postura era um velho hábito do nosso autor,que pensava que em uma situação daquelas,ou se calava para "lavar as mãos",ou era discutir"a morrer!",ele preferia a primeira hipótese,pelo menos enquanto não fosse frontalmente cutucado,e dessa vez não foi.
Na sua infancia,o autor já mostrava essa postura como uma defesa,ele sentia-se isolado em inumeros momentos,ao seu entender,por ter um intelecto e compreensão do mundo exterior,superiores ás pessoas que com ele conviviam.
Seus progenitores lhe impuseram barreiras psicológicas terríveis para que não tentasse voar demais.Em boa parte da infancia ele realmente acreditou ser tão inferior ás outras pessoas quanto lhe foi proposto.
Mas chegou a época de ser adulto,e ele já tinha superado suas barreiras,apesar de admitir que elas ainda sim,tinham lhe instalado alguns tijolos mentais,que o atrasariam para o resto da vida,e que aliados a sua paranóia,lhe poriam dúvidas sobre temas com os quais ele deveria ter certeza.
E naquele momento em que ele desistiu do atual trabalho - pelo menos em parte - ele decidiu dar força a seus trabalhos paralelos,pois sabia que sua saga recem iniciara-se,e ele como bom desportista,nao aceitaria outro resultado,que não a vitória.
Estórias sicilianas.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Chega de marasmo.

Aos poucos que ainda me acompanham,devo dizer que cansei desse blog.Cansei mesmo.
Muitos sabem que estou preparando um blog se crítica especializada em cinema(que sai no máximo semana que vem,o layout já está na mão),e minha atenção será voltada mais a ele,para assuntos sérios.Mas vocês sabem que antigamente eu postava quase todo dia,e agora...raramente,e por que?ando sem saco pra escrever sobre coisas que gosto..futebol,política,música,cinema(esse ando guardando pro cinema sociale,próximo blog),só tenho tido vontade de falar nesses assuntos,e não escrever.
Mas sinto MUITA falta de escrever....portanto qual a saída?o impensável,farei algo que garanti que não faria(desde o exato dia de 28/06/10 ,no post entitulado "aviso"),eu regressarei com as estórias do autor desconhecido de Palermo.Sim.
Pois vejam,era algo fácil de fazer,já que eu não tinha nenhum comprometimento com o enredo,simplesmente abria o blog,escrevia o que viesse a mente,e tivesse coerencia com o post anterior,e pronto,estava la a nova postagem.E além disso eu sei que ainda é até hoje a parte que mais rendeu empatia com vocês meus caros leitores e amigos.
Portanto estarei sim,regressando com as estórias do nosso jovem de Palermo,mas com alguma alterações,como por exemplo;ele ganhará nome,assim como a estória,que serão conhecidos já no nosso primeiro post sobre ele.E agora eu já sei como a estória termina,porém não tenho a mínima idéa de como chegarei la(lost?).
Mas recorda-los melhor sobre o nosso amigo,os meus próximos posts serão os post anteriores sobre essa estória que eu irei simplesmente re-postar.
Beijo a todos.

sábado, 28 de maio de 2011

Desconstruindo mitos.

Sempre ouvi dizer pelas ruas da cidade que é um absurdo quando no supermercado te pedem para ficar devendo 5 centavos(ou menos,tanto faz),pois segundo a crença popular se fosse a situação contrária,não poderíamos levar as mercadorias.A mesma situação ocorreria no ônibus.
O comentário terminado com uma pergunta,sempre são os mesmos,na boca de quem quer que conte a tese;"eu não aceito que o cobrador fique me devendo uns centavos,porque se fosse o contrário,eu poderia passar?".Eu já cheguei a responder que sim,e que já passei por isso,mas fazia muito tempo,portanto a resposta que me dão é que era porque sendo jovem eu devia ter sido relevado(o que não faz muito sentido),e que hoje em dia(que já aconteceu no mercado)seria porque sou muito grande e o atendente teria medo(isso é dito de forma irreverente geralmente).
A verdade meus amigos,é que pessoas como eu(ou como nós,caros leitores)que questionam a vida ao redor,acabam gostando do gosto do questionamento.Não que façamos isso por esse motivo,mas que é gostoso é,então pode-se cometer o erro de se ver conspirações onde não há.
Pois vejam o que aconteceu essa semana;estava eu com o dinheiro contado da passagem no bolso,todo em moedas,entrei no ônibus,dei o dinheiro,depois desci do mesmo,pus a mão no bolso(como sempre faço por paranoia de perder alguma coisa,como celular)e tinha la 10 centavos,ou seja,o cobrador recebeu 10 níqueis a menos do que deveria,pelo belo passeio.Mas eu nem fiquei sabendo.
Sei que dói quando um mito é desconstruído na nossa frente,pelo menos um mito que nos agrada,mas o que fazer?escolher não enchergar,me parece irracional.
Alguem pode me dar motivos para eu ter descido impune do ônibus?