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By Ferramentas Blog

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Magdalaine st. Michaels na Mtv



Dia desses passava os canais quando paro na mtv,e me deparo com essa figura simpática aí em cima.
Ela me foi muito familiar,portanto fui pesquisar o elenco daquela série,Peak Season.
E descubro então que ela é nada mais,nada menos que Magdalaine st. Michaels,clássica atriz do pornô lésbico.
Será que com uma atriz pornô(em especial lésbica),dará para perder algumas horas com essa série?é esperar para ver.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Aviso

Meus caros leitores(que são 3,sendo que 1 está sem internet,aguardo ancioso seu retorno!),devo lhes dizer quais são meus planos para esse blog,pelo menos em um primeiro momento.
As estórias do autor desconhecido de Palermo,estão suspensas.Elas eram um tipo de treinamento já que eu não escrevia ha muito tempo,mas me trouxeram alguns contratempos portanto elas morrem,pelo menos por hora.
Nesses próximos 2 dias estarei bem ocupado,portanto não sei se poderei postar,se o fizer será algo rápido e curto,já que devo dizer que não irei parar de por opiniões politicas e sobre esportes aqui,mas será a minoria do conteúdo.
Nesses próximos dias,pretendo escrever aqui,contos de minha autoria,e em breve escreverei um livro,que será postado aqui,capitulo,a capitulo.
Se possível amigos,postem comentários aqui para dar opinião sobre o conteúdo deste blog,assim vocês(se é que alguém esta lendo isso)me ajudam a por aqui apenas coisas de comum interesse entre mim e vocês.
Grato pela atenção e beijo a todos.

domingo, 27 de junho de 2010

Mista realidade.

Noite fria,chuvosa,e triste.Nosso autor olhava para as paredes,sem vida,que a nada lhe remetiam.Ele tinha uma garrafa de grappa a mão,e a ingeria enquanto ouvia uma música de fundo.
Ele pensava sem nada concluir,o porque ainda aguentava aquela situação.
A espera não o deixava aflito,mas sim amargurado.Sentia até frustração consigo mesmo,e como seus instintos,que eram capaz de controlá-lo naquele momento.
Esperava aquela mulher,sentindo muita resignação em seu peito.Sentia como se fosse uma relação de negocios.Mas não adianta,ele acabou se interligando á aquela mulher,e se tornando dependente,pelo menos naqueles momentos.
Precisava saciar seus instintos,e mesmo não a suportando,precisava do que só ela podia fazer por ele.
Enquanto esperava,ele refletia sobre sua vida atual.As incertezas sobre seu trabalho,os desgostos que sentia escrevendo seu livro,e as desevenças sobre o roteiro do filme.O roteiro alias,ele cogitava abandonar,mas ele seria bem remunerado,e isso o fazia considerar.
Ele não entendia porque os sicilianos se acomodavam e se deixavam levar,depois de todos aqueles séculos,as incumbencias da igreja católica,as violencias da máfia,e a presença importuna de estrangeiros usurpadores á ilha.
Sentia-se encomodado como as coisas aconteciam na Sicília,mas a cada dia que passava sentia-se mais orgulhoso da terra em que nasceu.
Estava cansado,por lutar quase sem sucesso algum para o progresso de uma sociedade tão conservadora.
Tentava também esquecer as desilusões de sua vida familiar,as amizades a que considerava traidoras,e seus problemas com seu amor fraternal,Giovanna.E naquele momento,aquela garrafa de grappa era tudo o que o separava de tudo aquilo.
Seus pensamentos porém,foram intenrompidos.Antonina Riccioci cruza a porta.

A dúvida.

Giovanna Ricci estava inquieta em seu apartamento,no centro de Palermo.
Trabalhava insistentemente no seu novo trabalho artístico.Afinal lutou duramente para chegar em Palermo e viver disso,agora tinha que fazer valer o esforço.
Mas naquele momento,ela não estava a trabalhar,ja tinha finalizado um trabalho de pesquisa,e estava em seu"horario de descanço".
Mas sentia-se encomodada,aflita,com um homem.
Desde sua chegada á capital,ela tinha se envolvido com alguns rapazes,até namorou um,mas na realidade nunca amou nenhum deles.
O único amor que sentira por um homem da capital,foi por ele,o pretenso autor.Mas era um amor inocente,quase infantil.
Via na figura daquele rude homem,um protetor,um companheiro de todas as horas.Homem esse que certa vez fora capaz de proteger-lhe até de seu então namorado.
Ela não o via como parceiro sexual,até porque nunca sentiu o menor tesão por ele.Mas sentia um intenso amor por ele,totalmente fraternal.
Porém ela não entendia a rebeldia daquele homem com o mundo,e o porque ele tratava com tando rancor algumas figuras do passado(algumas dessas ela nunca nem entendeu porque ele odiava).
E aquele último dialogo entre eles lhe foi intrigante,de um tom quase soturno.Pensando a respeito aquilo lhe cortava o coração.
Ama-lo não era o bastante,aquele rapaz parecia se defender do amor de Giovanna,embora também a amasse de forma tão intensa e fraternal,quanto ela.
Mas sua visão filosófica de mundo o impedia de se aproximar tanto quanto ambos gostariam.
E depois aquele diálogo......Aquele em que ele praticamente abdicava de seu amor.
Giovanna via duas escolhas:esquecer os momentos passados entre eles,e entregar-se de vez a sua profissão e aos seus amores noturnos da noite de Palermo.Ou não permitir que o nosso autor se afastasse dela,o fazendo cair na real e o convencendo do quanto eram carentes e dependentes um do outro.
E aquela era uma dúvida que a atormentaria por muito tempo.

sexta-feira, 25 de junho de 2010

A incompreensível atuação de Lippi,e a queda.


A seleção italiana perdia na ultima rodada para a Eslováquia por 3 x 2,e se despedia precocemente da copa.
Mas a queda começava meses antes,no dia da convocação.
Antes eu devo dizer que minha opinião antes do inicio da copa( e expressada aqui)era de que Lippi,e Fabio Cappelo,eram os melhores treinadores que estariam na copa(juro que não é corporativismo).E reafirmo minha opinião.
E mais;eu critiquei aqui nesse blog a convocação da Azzura,as ausencia e presenças,e também as escalações designadas por Lippi,mas salientei que minha confiança em Lippi era total,e que se aquelas eram as escolhas dele,eu confiava.
Pois bem,o tempo mostrou que ele estava realmente errado,e mesmo assim eu reitero;eu confio em Lippi.Ele é craque,levou seu time ao ultimo titulo mundial,e é sim um herói italiano.
Isso é convicção meus amigos,pois eu não sou volúvel como as massas decadentes dessa(cada vez mais)decrepta "república".
Agora vamos aos fatos:A convocação(ou equivocação?),dos jogadores foi incompreensível.Del Piero fora?pela idade não pode ser,ele é um ano mais novo que o capitão Cannavaro,e pela média de idade do time,isso não poderia ser o problema.Ele ainda vive boa fase,foi o artilheiro da Juventus na ultima temporada(e não o "glorioso"Amauri),e não a toa foi a principal reclamação dos italianos.
Giuseppe Rossi fora?cara,ele titular do Villareal,o reserva?Nilmar.Jogou muito na ultima copa das confederações,como pode não servir nem para o banco?Até porque é um atacante jovem,habilidoso e canhoto,todas características ausentes nesse grupo fracassado da copa.
Perotta olha os jogos pela tv?piada.Também é jovem,foi muiot bem na ultima copa,onde foi titular,e vive boa fase na Roma.Quem é reserva na maia cancha da Roma?Júlio Baptista.
Fábio Grosso,cade ele?Foi um dos melhores jogadores da última copa,não é um jogador de idade avançada,e é titular do Lyon,mas aí pode ser o motivo.Existe resistência na Itália a jogadores que atuem fora do país(para nós brasileiros isso é no mínimo irônico).
Outro jogador,este menos conhecido do torcedor brasileiro,Antonioni.Lateral direito,jogador muito jovem,e tão talentoso que no Milan fez o Zambrotta ir para a esquerda,para ele poder jogar pela direita.INESPLICÁVEL sua não convicação,até porque foi testado pelo Lippi nas eliminatórias e não desepcionou.
Uma ausência que não consigo também entender desde a copa passada é a de Vicenzo Iaquinta.Poxa vida,o jogador é terrivelmente deficiente(não a toa foi reserva de Amauri na Juve),tem uma dezena de jogadores melhores na Itália,e inclusive 2 melhores no grupo e que foram reservas;Pazzini,artilheiro do último Calccio e Quariarella,este eu considero um excelente jogador,que deveria ser titular absoluto da Squadra.
Muitos comentaristas esportivos(fraquíssimos)tem destacado a lesão de Pirlo e as não convocações de Totti,Toni e Nesta.
Vamos por partes:Totti e Nesta decidiram de última hora que gostariam ir a copa,e isso seria injusto com os que disputaram as eliminatórias.
Quanto a Toni,concordo que poderia ir,mas ele vinha de má fase,então posso compreender o Lippi,mas realmente com o Iaquinta no ataque,prefiro meio Toni.
Quanto a pirlo,inegavelmente foi a aus~encia mais sentida,porém,isso poderia explicar uma eliminação em semi-finais talvez,mas na primeira fase,não deveríamos depender dele,se dependemos,então o time era éxtremamente frágil.Além disso seu substituto Montolivo,foi bem.
Outra coisa muito estranha,por que o Lippi insistiu em jogar no 443?ele abriu mão da principal característica italiana que é a defesa.
Essa copa foi estremamente estranha para a nação italiana,e a imprensa italiana prevê que os jogadores decerão no aeroporto,sob forte protestos da torcida.
Espero que não julguem mal,mas definitivamente os italianos não sao os sul-africanos(estou especificando um país,e não o continente)que protagonizaram um dos maiores fiascos de todas as copas e saíram as ruas para comemorar.

Surrealismo total.


Estava eu dormindo no trabalho(sim,e daí?),quando acordo e escuto a voz de Sergio malandro,em uma apresentação de stand up comedy(solução momentaneamente milagrosa para pretensos humoristas),e percebo que é o programa do(insuportavelmente irritante)Jô.
Cara,tive imensas dificuldades em perceber que ja tinha acordado.Provavelmente foi o momento mais surreal do ano até agora,para mim.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Abdicação

Nosso autor desconhecido teve uma amiga(teve outras é claro,mas essa foi especial),e teve com ela uma peculiar relação.
Ela era uma artista proeminente,vinda de uma cidade do interior da Sicília,para a capital Palermo,onde nosso autor tinha nascido e crescido.
Eles dois tiveram uma relação intensa,e somente de amizade,bastante incomum.Eles praticamente não viviam um sem o outro,e não havia atração sexual entre eles,sendo que ela,na verdade,era uma bonita mulher.
A cidade da qual ela vinha,era de ricos donos de terra,criadores de gado.E ela,adepta a vida moderna e corrida da cidade,sentia-se fora de rumo.Tendo como meta,a ida a Palermo.O que conseguiu,assim como a maioria das coisas que tentou durante a vida.
Ja o nosso amigo é claro,nunca foi um rapaz atraente.Era alto e forte,não tinha nenhuma deficiencia no rosto,mas certamente não era bem apessoado.Mas ele não tinha ilusões nesse sentido,ele aceitava sua aparencia.
Ele tivera relações ardentes e intempestivas com outras mulheres,e nesses casos o sexo era o grão-mestre dos casos.Em alguns casos ele nem se dava bem com elas,nem se gostavam.Em uma das vezes,ele nem suportava sua parceira.
Mas com essa amiga era tudo tão diferente.Sentia-se aliviado e reconfortado na presença dela.Chegava a ser uma presença materna as vezes.Ele chegara a consultar as opiniões dela sobre assuntos pessoais seus,coisa que nunca fizera com outras pessoas,ja que julgava sua vida problema exclusivo dele.
Mas havia um problema em sua amizade.O talento dela,como ja dissera antes,era proeminente,e ja começara a se tornar reconhecida(não a toa ela por tanto tempo sonhou morar na capital).O tempo entre eles tornara-se ralo.
Isso acontece com amigos não é?Mas não era assim tão simples.Ele sabia o quanto ela era capaz,e o quanto era necessário a ela conviver com pessoas que o ajudassem a alavancar os seus sonhos.
Ele não conseguia se sentir desnecessário em um lugar,ainda mais quando era esse lugar,a vida de uma pessoa,e uma pessoa que ele tanto amava.
Nosso autor estava a trabalhar em um livro,e isso o deixava livre para escolher horarios,mas ele sabia que a sua realidade,era particular.
Sentia o coração pesar,não a toa ele sempre tentara evitar contatos sentimentais com as pessoas,ele não sabia se relacionar,e depois que o fazia,não gostava de se sentir ligado a elas,tinha a impressão de que isso cortava sua autonomia.Sentia-se dependete dela naquele momento da vida.E sabia que ela prendera-se a ele.
Seus caminhos se separavam,mas não queriam aceitar.Ele pensou,pensou,e sofreu.Tudo o que acontecia era contra seus princípios.
Baixou a cabeça,respirou fundo,e decidiu de acordo com o forte amor que sentia por ela,em seu peito;a deixaria partir,mesmo que ela não soubesse.E nesse momento,misturando dor e sofrimento,um caloroso"eu te amo"foi sentido por ele,enquanto via em sua memória a imagem de seu fraterno amor.
Mas é apenas uma estória siciliana.